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Quem tem alma não tem calma

Especialista em generalidades.

Quem tem alma não tem calma

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Black Mirror (2011-)

 

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You're just a few ripples of you. There's no history to you.

 

Todos estamos cientes do poder que a tecnologia tem. E com grande poder, (deveria haver) grande responsabilidade.

 

Black Mirror é uma série até agora composta por três temporadas e cada episódio pode ser visto independentemente, ou seja, não precisam de ver os anteriores, porque são sempre enredos compostos por personagens diferentes.

 

Não há, portanto, uma linha de pensamento específica que seja comum a todas as histórias. A maioria dos episódios decorre num futuro não muito distante, no qual os humanos estão cada vez mais dependentes das novas tecnologias e onde lhes descobriram ainda mais funções, podendo, por exemplo, rever eventos passados na sua mente como se de um dvd se tratasse.

 

Na minha opinião, é uma série assustadora, porque é bem possível que muito do que vemos venha um dia a tornar-se real. Algumas das situações abordadas já acontecem actualmente (vamos lá a tapar essas webcams, pessoal!).

 

O meu top 5 de episódios segue em baixo:

  1. "White Christmas"
  2. "San Junipero"
  3. "Hated in the Nation"
  4. "Nosedive"
  5. "The Entire History of You"

 

Mais informações aqui.

Trailer aqui.

The Office (2005-2013)

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Acabei de ver a série The Office. Depois de 9 temporadas, já não me restam episódios para continuar a espreitar as vidas dos empregados de um escritório algures em Scranton, na Pensilvânia: nada mais, nada menos do que a grande Dunder Mifflin, empresa de papel. Na verdade, qualquer um deles poderia ser qualquer um de nós (exceptuando algumas peripécias demasiado hilariantes para um quotidiano que já por si só se supõe rotineiro).

 

O que já me começa a deixar nostálgica é saber que vou sentir falta destes personagens, cuja vida acompanhei durante alguns meses. Passámos juntos 9 Natais, 9 noites das bruxas, 9 dias de acção de graças, 9 dias dos namorados e por aí diante. Aposto que se os deixarem "entrar em vossa casa" vai ser-vos difícil deixarem-nos sair. E como falar d'O Escritório sem falar de quem o compõe? Pois são eles que lhe dão vida e que, com cada personalidade diferente e marcante, vos vão arrancar as maiores gargalhadas.

 

A Pam é a queridinha do escritório. É a recepcionista, está noiva do Roy (que trabalha no armazém), adora desenhar e tem em Jim o seu melhor amigo. É quase como uma assistente de vida do gerente, Michael Scott (Steve Carell).

Jim é vendedor, o palhacinho de serviço e um secreto apaixonado por Pam.

Dwight... Oh, o Dwight é o meu personagem preferido. É ambicioso, machista, pérfido, tem uma fazenda de beterrabas, gosta da vida rude do campo, mas se o conhecerem vão perceber que ele é simplesmente genial.

Stanley é o tipo que está sempre aborrecido e sonolento, que joga palavras-cruzadas e sudoku nas reuniões e que assim que batem as 17h vai picar o ponto.

Kevin é o gordinho tonto que adora comida, trabalha na contabilidade mas mal sabe fazer contas e que sofre por amores não correspondidos. Porém, não dispensa uma piada porcalhona e faz constantemente referências a sexo (colegas de trabalho incluídas).

Angela é a púdica do pedaço. É cristã, não dispensa a igreja, tal como não dispensa as críticas (muito) directas aos colegas. Adora cumprir o dresscode demasiado casual e ama os seus gatos mais que tudo na sua vida.

A Phyllis é a segunda gordinha do escritório. Todos a acham meio tonta, mas na verdade ela é muito kinkyAcaba por ser um bocadinho a mãe de todos, por muito que ela não goste desse rótulo. Adora o marido "Bob Vance from Vance Refrigerations", ao qual se refere sempre desta forma, qual título nobiliárquico.

Meredith é a.. Bem. Não queria chamar-lhe algo ofensivo, digamos que é muito activa sexualmente, mesmo que por vezes ela própria não se lembre. Vive numa casa meio degradada, tem dois filhos e está sempre a jogar Solitário no horário de expediente. 

O Creed. Ninguém sabe muito bem quem é o Creed e o que ele faz. Acho que nem ele próprio sabe. Aparece nos momentos mais oportunos e esquiva-se quando necessário.

O Oscar é o latino, porque o patrão faz questão de lho lembrar em todos os episódios. É contabilista, acha-se muito inteligente e é gay.

Ryan é o jovem prodígio. Começou como temporário, teve uma ascensão meteórica a um dos cargos mais altos da sede da empresa, só que na verdade ele não é prodígio nenhum. É apenas um jovem com ideias demasiado descabidas para serem levadas a sério. Acha-se muito bonito e o maior.

Kelly é de origem indiana, mas provavelmente muito mais "americanizada" do que muitos dos outros. Adora moda, gossips e o Ryan. Oh, como ela adora o Ryan. É também um bocadinho burra.

O Andy tem anger issues, mas na verdade precisa apenas de aprovação e de admiração. Faz questão que todos saibam que estudou em Cornell e está constantemente a cantar e a tocar guitarra.

O Toby é o representante dos Recursos Humanos. É solitário, fala baixinho e inimigo mortal do Michael.

E como os últimos são sempre os primeiros, o Michael é o melhor patrão do mundo (ou pelo menos é assim que ele próprio se considera). Conta piadas parvas, é inconveniente, está constantemente a convocar reuniões em nada necessárias, apaixona-se facilmente e sonha ter uma mulher e muitos filhos. O Steve Carrell interpreta este papel genialmente.

 

Convencidos?

 

Vejam o trailer aqui.

Mais informações aqui.

 

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